sexta-feira, 18 de abril de 2014
DR4: "Estabilidade e Mudança: da sociedade ao Universo"
4.º GUIA DE TRABALHO: NG7 (Dr4)
Sinopse do filme Ágora
"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades"
Audição: José Mário Branco - " Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades"
"Olhar de puto viu Portugal a mudar": 25 de Abril, 40 anos de Democracia
Audição: Capicua - "Medo do medo"
segunda-feira, 14 de abril de 2014
"Como conquistar o emprego que todos desejam"
10 Mandamentos do estagiário
1- Ser pontual e assíduo;
2- Esforçar-se por conhecer e integrar-se na cultura da empresa;
3- Trabalhar arduamente para conquistar o seu lugar na equipa;
4- Afirmar-se pela dedicação e capacidade de trabalho;
5- Esclarecer todas as dúvidas sobre as tarefas que lhe passam;
6- Contribuir com sugestões para resolver problemas e melhorar processos;
7- Aceitar as tarefas "menores" como oportunidades de aprender;
8- Expressar o grau de interesse que a experiência está a ter para si;
9- Pedir feedback para poder melhorar o desempenho;
10- Evitar tratar de assuntos pessoais no local de trabalho.
"Como conquistar o emprego que todos desejam" in Sábado, 27/06/2013 - 03/07/2013
sexta-feira, 14 de março de 2014
A não perder: Conferência / Tertúlia, no dia 4 de abril
Numa parceria entre o grupo de professores do 12º ano e a BE/CREAP, a ESAM levará a cabo, no dia 4 de abril, 6ª feira, a Conferência/Tertúlia: Literatura . Maçonaria. Sociedade.
Efetue já a sua INSCRIÇÃO!
(é só clicar na palavra inscrição)
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Textos / registos autobiográficos (exemplos)
"Desenhar-se" de M. C. Escher
Autobiografia de José Saramago
Texto memorialístico - "Família" de José Luís Peixoto
Exemplos de diários famosos
Autorretratos: Bocage, Natália Correia e Alexandre O´ Neill
Cartas de Amor: Fernando Pessoa
Música: "My name is Luka" - Suzanne Vega
Pintura autobiográfica: Frida Kahlo
Textos autobiográficos
Narciso (1594-1596), por Caravaggio
Afinal o que faz correr a pena autobiográfica? Por outras palavras, o que justifica a vaga intimista dos nossos dias - que prolonga, dilatando-a, uma tradição confessional vinda de longe?
A época contemporânea trouxe transformações sociais de vária ordem, que tornaram ainda mais premente a necessidade de cada um afirmar a sua presença irrepetível no mundo.
Há algum tempo, num programa de rádio, um jovem entrevistado respondia à pergunta: "Porque escreve?" da seguinte forma: "Para dizer: aqui estou eu."
O homem dos nossos dias é, paradoxalmente, um cidadão enquadrado numa sociedade que aperfeiçoou mecanismos para o proteger (segurança social, assistência, etc.) e um ser "desamparado", a quem faltam (...) "lugar, grupo, deus ou tribo com quem se identificar e através dos quais se realizar".
A escrita do eu pode assim ser encarada como uma forma de salvação individual num mundo que começa a descrer de sucessivos modelos ideológicos de salvação coletiva. E para muitos a vivência da intimidade é uma garantia de autenticidade num tempo em que a vida pública se tornou numa espécie de "teatro do mundo".
Clara Rocha, Máscaras de Narciso, Almedina
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